Respire fundo

Optimizando os caudais de ar em minas subterrâneas

Entre Agosto e Outubro de 2010, o mundo susteve a respiração. Encurralados a uma profundidade de 700 metros no deserto do Atacama, no Chile, estavam trinta e três mineiros. A sua situação chamou a atenção para os frágeis elementos essenciais para a vida: temperatura ambiente, nutrição, água e ar. Com o aumento do preço das matérias-primas, recursos previamente “inacessíveis” tornam-se economicamente viáveis. Mas não são os atractivos preços de mercado ou os limiares de investimento que permitem ultrapassar os desafios físicos e técnicos que a exploração desses recursos remotos acarreta. As limitações físicas permanecem, definindo claramente o que pode ser obtido de uma forma razoável e, ainda mais importante, segura. Mas continuam a surgir e a evoluir novas tecnologias que permitem à Humanidade uma redefinição constante destas limitações. São atingidas novas fronteiras, mas apenas depois de ser assegurado que os sistemas de suporte de vida acompanham essa evolução.


A ventilação consome uma quantidade significativa de energia, tipicamente 100 GWh/ano, podendo representar até 50 por cento do consumo total de energia da mina.



As minas subterrâneas actuais operam frequentemente a profundidades até 2500 m, indo algumas minas de ouro a profundidades até 3600 m. Como termo de comparação, esta profundidade é da mesma ordem de grandeza da altitude de La Paz, na Bolívia. As tendências futuras vão no sentido de explorações mineiras em localizações remotas, principalmente subterrâneas e a profundidades cada vez maiores. A indústria mineira, caracterizada actualmente por um elevado grau de tarefas móveis mecanizadas em ambientes adversos, encontra-se activamente à procura de soluções automatizadas para a satisfação dos requisitos futuros de operações seguras, sustentáveis e produtivas.

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